28 fevereiro 2008

 

Sex, drugs and Barack Obama


É maçador comparar Obama com Clinton. O primeiro ganha em todas as medidas: delegados, sondagens, citações, posters e postais. Aliás, Barack ascendeu a outro planalto cultural, ele é agora uma celebridade. Barack enche estádios com muita música, luzes, confetti, e profere discursos que divertem mais do que esclarecem. Barack é um "Rock Star".

Portanto, o elenco de comparações tem que ser revisto. Obama é já mais procurado no google search do que "drogas."


Mas a sanidade impera, Obama ainda não é mais desejado do que "sexo."

Comments:
:)
 
Ó chefe, não são esses os gráficos que o povo exige ...
 
O povo exige muito pouco infelizmente. Já agora podias explicitar que gráficos o povo exige?

Se o Obama quer ser pop star há que compará-lo com sexo, drogas e rock n'roll. Ele tem-se portado mesmo muito bem no seu papel de celebridade - agrada a democratas e a republicanos, não se compromete com planos políticos concretos e é muito eficiente a dar música.

HC
 
Nada contra os gráficos nem a mensagem. Perdão se fui inconveniente.

A minha sugestão era o tal gráfico do preço do trigo em euros.
 
tarique, queres o pao e o vinho...
 
... que há por aí gente generosa :)
 
Sim, de facto, confundir o folclore com a substância resulta sempre. Sim, nós podemos ser demagógicos. E sim, para chegarmos ao Poder é importante reunir consensos. Tais como:

Terminar a guerra iraquiana, de uma maneira ou de outra. Este é o maior problema/desafio de Obama.

Dialogar com os parceiros internacionais e não fingir que estes se resumem ao Reino Unido e a meia-dúzias de regimes islâmico-fascistas.

Relaxar os controles à imigração e, eventualmente, à interrupção voluntária da gravidez, revisão do Patriot Act, etc.


Estas são algumas das linhas ideológicas do programa presidêncial de Barak Obama.

É, contudo, importante esclarecer que estas medidas terão de ser aplicadas num clima de brutal recessão económica, (a guerra mata mais do que seres humanos, destrói o bem estar do corpo social e económico), e, aliás, espanta-me que o Amílcar opte por silenciar essa vertente, nomeadamente a possibilidade de uma crise económica mundial, na sequência da falência da economia norte-americana.

No plano da realpolitk, enquanto cidadão europeu de ascêndencia portuguesa, parece-me que entre Mccain e Obama... Não vejo Clinton que escolha.

Cheers.
 
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