
Hoje castiga-se a voz muito alta a intolerância dos muçulmanos face a umas “inofensivas caricaturas da sua religião”. Esqueceram-se depressa do escândalo que este cartoon do António gerou há menos de uma década. Na altura era a Igreja Católica e os moralistas de serviço a censurar a falta de sensibilidade do cartoonista. Em Vila Nova de Cerveira houve quem arrancasse cartazes anunciando uma exposição dos trabalhos de António. E a intenção, deste já esquecido, cartoon era política e progressista, acusar a disciplina sexual da moral católica de responsabilidades pelo alastrar da SIDA. Os cartoons dinamarqueses não parecem ter semelhante pedigree, são pelo que se ouve de vários e diversos comentários, insulto gratuito.
# Servido por
A. Cabral
pelas 14:31