02 outubro 2007

 

O país dos bastardos


Devido às discussões sobre adopção na realidade e nos filmes, começa-se chegar a acordo que pai é quem cria a criança, quem lhe dá amor. A isto corresponde mudar fraldas, dar biberon e todas essas ternurentas, molhadas ou mesmo malcheirosas actividades. Um pai só é pai quando mete as mãos ao trabalho.

O DN de ontem revela é que vivemos num país de bastardos. Em mais ou menos 100 mil bebés, apenas 438 pais gozaram a licença de paternidade. Os outros, alguns mais voluntariamente, outros nem tanto, acabam por cagar nos filhos. Afinal, alguém há-de fechar a porta.

Comments:
Bem,isso quer dizer que as mamãs teem feito um trabalho de merda a educar os petises...mais ,elas sao as responsàveis pelo estado deploràvel do paìs.QUEREMOS AS SOPEIRAS DE VOLTA JÀ.
 
Sendo que o subsídio de maternidade é pago a 80% para quem tira a licença de 5 meses, a licença de paternidade é substancialmente menor do que a da mãe, deixava aqui um exercício matemático: poderão as famílias portuguesas, cujo ganho médio é de 783 euros (sendo que na maior parte dos municípios o ganho médio é significativamente inferior) ter as duas pessoas que garantem a entrada de rendimentos a auferir o subsídio e não o rendimento de trabalho (este que se reporta à remuneração de referência e não ao salário - com subsídio de transportes, alimentação, horas extraordinárias, etc)?
 
Vai aqui:
http://www.seg-social.pt
e faz busca por paternidade.
 
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